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Negritude amazônida

Raimunda Berenice Pinheiro Cardoso

Ungekürzt 9786527032342
4 Stunden 16 Minuten
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'Negritude amazônida: gênero, raça e interseccionalidade' é estudo profícuo que traz à cena dois ícones da região Norte, quiçá do Brasil, algo que poderia assustar, tamanha a responsabilidade que os rastros que essas duas senhoras deixam por onde passam. Mas a autora Raimunda Berenice, jovem de nome tão sofisticado quanto sonoro, não se fez de rogada e atravessou o pântano advindo do patriarcado, enfatizado pelos desafios impostos numa voraz pandemia de COVID-19, e tramou uma pesquisa ousada, o mais democrática possível, teóricas e teóricos, professoras e professores das disciplinas cursadas, das bancas de qualificação e de defesa, enfim, das colegas de labuta nas salas aula, que com a autora comungaram: conversaram e puseram à prova este estudo elaborado com astúcia. A essas questões cotidianas, atravessadas pelas teorias, a pesquisadora paraense discute as possibilidades de enfatizar a negritude e a subjetividade de mulheres negras na literatura, na música e, sobretudo, no ativismo político, que Zélia Amador de Deus e Dona Onete, cada uma a seu modo, assumem como 'missão de vida'. E é assim, inspirada em bell hooks, que Raimunda Berenice defende o ato de 'erguer a voz' contra o patriarcado, contra o racismo, contra todo tipo de opressão, que combate o silenciamento e a invisibilidade lúdica e intelectual das mulheres na Amazônia, no Brasil.
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'Negritude amazônida: gênero, raça e interseccionalidade' é estudo profícuo que traz à cena dois ícones da região Norte, quiçá do Brasil, algo que poderia assustar, tamanha a responsabilidade que os rastros que essas duas senhoras deixam por onde passam. Mas a autora Raimunda Berenice, jovem de nome tão sofisticado quanto sonoro, não se fez de rogada e atravessou o pântano advindo do patriarcado, enfatizado pelos desafios impostos numa voraz pandemia de COVID-19, e tramou uma pesquisa ousada, o mais democrática possível, teóricas e teóricos, professoras e professores das disciplinas cursadas, das bancas de qualificação e de defesa, enfim, das colegas de labuta nas salas aula, que com a autora comungaram: conversaram e puseram à prova este estudo elaborado com astúcia. A essas questões cotidianas, atravessadas pelas teorias, a pesquisadora paraense discute as possibilidades de enfatizar a negritude e a subjetividade de mulheres negras na literatura, na música e, sobretudo, no ativismo político, que Zélia Amador de Deus e Dona Onete, cada uma a seu modo, assumem como 'missão de vida'. E é assim, inspirada em bell hooks, que Raimunda Berenice defende o ato de 'erguer a voz' contra o patriarcado, contra o racismo, contra todo tipo de opressão, que combate o silenciamento e a invisibilidade lúdica e intelectual das mulheres na Amazônia, no Brasil.
Veröffentlichungsdatum
18.09.24

Editora Dialética