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A virtualização da experiência de si

Guilherme Primo

Completo 9786527035237
5 horas 49 minutos
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De la editorial

Este livro busca responder à tese de uma governamentalidade algorítmica, tomando como objeto de estudo um núcleo cultural determinado: de modo geral, a tecnomediação da vida pelos dispositivos algorítmicos (como as redes sociais), que vai adquirir o seu volume no cruzamento entre as dimensões das formas de governamentalidade e das técnicas de subjetivação, através das novas modalidades de veridicção virtuais. A virtualização da experiência de si corresponde ao conjunto das práticas de si, ou práticas de engajamento, que articulam a dialética entre o virtual e o atual (analógico), produzindo, assim, efeitos de subjetividade. Na medida em que a hiperconectividade alterou a experiência do espaço e do tempo, impuseram-se também novas disposições subjetivas: uma nova disposição das maneiras de pensar, sentir, desejar, de perceber o mundo e as relações, bem como viabilizadora de novas possibilidades de imaginar, apresentar e performar o si-mesmo. Desta forma, busco sustentar que o processo de desdobramento da subjetividade, através das práticas, ou daquilo que designei como a virtualização da experiência de si, no escopo das tecnologias algorítmicas, é contínuo, transparente e fragmentário, de maneira que não se trata de colocarmos em questão um si-mesmo imanente, previamente existente, explicado por aproximações metanarrativas ou por um determinismo tecnológico, mas que se coloca numa relação ativa com esses dispositivos técnicos.
De la editorial
Este livro busca responder à tese de uma governamentalidade algorítmica, tomando como objeto de estudo um núcleo cultural determinado: de modo geral, a tecnomediação da vida pelos dispositivos algorítmicos (como as redes sociais), que vai adquirir o seu volume no cruzamento entre as dimensões das formas de governamentalidade e das técnicas de subjetivação, através das novas modalidades de veridicção virtuais. A virtualização da experiência de si corresponde ao conjunto das práticas de si, ou práticas de engajamento, que articulam a dialética entre o virtual e o atual (analógico), produzindo, assim, efeitos de subjetividade. Na medida em que a hiperconectividade alterou a experiência do espaço e do tempo, impuseram-se também novas disposições subjetivas: uma nova disposição das maneiras de pensar, sentir, desejar, de perceber o mundo e as relações, bem como viabilizadora de novas possibilidades de imaginar, apresentar e performar o si-mesmo. Desta forma, busco sustentar que o processo de desdobramento da subjetividade, através das práticas, ou daquilo que designei como a virtualização da experiência de si, no escopo das tecnologias algorítmicas, é contínuo, transparente e fragmentário, de maneira que não se trata de colocarmos em questão um si-mesmo imanente, previamente existente, explicado por aproximações metanarrativas ou por um determinismo tecnológico, mas que se coloca numa relação ativa com esses dispositivos técnicos.
Fecha de lanzamiento
13/09/2024
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Editora Dialética