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Bem-vinda à América

Linda Boström Knausgård

Completo 9789180296649
2 horas 44 minutos
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De la editorial

De uma hora para outra, Ellen decide parar de falar. Não sabemos ao certo o motivo que a levou a se calar indefinidamente. Talvez tenha sido a culpa por ter pedido a Deus a morte do pai, morto pouco tempo depois. Um pai ameaçador e abusivo, cuja presença aterrorizante, no entanto, parecia ser o único elemento que mantinha a mãe, o irmão e a narradora unidos. Uma família não tão radiante quanto insiste em afirmar a mãe, atriz de personalidade magnética e controladora. Talvez seja o fato de não encontrar correspondência entre o mundo exterior e o interior: 'Antigamente eu dizia coisas que não conferiam. Dizia que o sol estava brilhando quando de fato chovia. Que o mingau de aveia era verde como um gramado e tinha gosto de terra'. Apenas no silêncio e na introspecção da escrita Ellen se sente livre e capaz de vislumbrar algum sentido para o mundo e para a própria existência. 'O silêncio não faz diferença alguma. Não crê nisso. Não crê que o sol se levanta de manhã, pois, não, a gente não pode ter certeza dessas coisas'. O silêncio de Ellen não é uma simples fuga: 'Aquilo era a verdade. A verdade ao meu respeito' Mais do que uma renúncia, calar-se é a saída encontrada por uma criança que luta para não enlouquecer em um ambiente inóspito. Afinal de contas, no sono Ellen fala como qualquer pessoa: 'Desarmada e sem controlar meus pensamentos'.
De la editorial
De uma hora para outra, Ellen decide parar de falar. Não sabemos ao certo o motivo que a levou a se calar indefinidamente. Talvez tenha sido a culpa por ter pedido a Deus a morte do pai, morto pouco tempo depois. Um pai ameaçador e abusivo, cuja presença aterrorizante, no entanto, parecia ser o único elemento que mantinha a mãe, o irmão e a narradora unidos. Uma família não tão radiante quanto insiste em afirmar a mãe, atriz de personalidade magnética e controladora. Talvez seja o fato de não encontrar correspondência entre o mundo exterior e o interior: 'Antigamente eu dizia coisas que não conferiam. Dizia que o sol estava brilhando quando de fato chovia. Que o mingau de aveia era verde como um gramado e tinha gosto de terra'. Apenas no silêncio e na introspecção da escrita Ellen se sente livre e capaz de vislumbrar algum sentido para o mundo e para a própria existência. 'O silêncio não faz diferença alguma. Não crê nisso. Não crê que o sol se levanta de manhã, pois, não, a gente não pode ter certeza dessas coisas'. O silêncio de Ellen não é uma simples fuga: 'Aquilo era a verdade. A verdade ao meu respeito' Mais do que uma renúncia, calar-se é a saída encontrada por uma criança que luta para não enlouquecer em um ambiente inóspito. Afinal de contas, no sono Ellen fala como qualquer pessoa: 'Desarmada e sem controlar meus pensamentos'.
Editorial
Fecha de lanzamiento
27/05/2022
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