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Narrativas de Vida de Antígona

Adriana do Carmo Figueiredo

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Van de uitgever

Este livro é fruto de uma longa trajetória de pesquisas acadêmicas nas áreas de Linguística, Direito e Literatura que resultou na escrita da tese doutoral, premiada no Brasil e no exterior, sobre as narrativas de vida de Antígona (Sófocles) (442 a.C.), Sor Juana Inés de la Cruz (1648-1695) e Olympe de Gouges (1748-1793). Nessa obra, foram analisadas vozes enunciadoras que marcaram as origens do Direito, em sua complexidade que envolve as noções dos Direitos Humanos. O corpus é composto por epístolas, declarações, diálogos e cenas enunciativas das vozes supracitadas. Os referenciais teóricos concentram-se, especialmente, nas abordagens da pesquisadora Ida Lucia Machado sobre narrativas de vida, na Teoria Semiolinguística desenvolvida por Patrick Charaudeau, na Teoria da Ação Comunicativa, conforme propõe Jürgen Habermas, em conceitos que tocam as noções de ethos panfletário, discutidos por Ruth Amossy, e na dimensão do hiperenunciador, como indica Dominique Maingueneau. Para a revisão de literatura das fontes do Direito, a pesquisa buscou traçar um mapeamento do tema, conforme delineado pelas Ciências Jurídicas. Essa cartografia das fontes propiciou uma reflexão inicial acerca das noções de tradição, descontinuidade e ruptura. Como resultado da pesquisa, foi discutido em que medida essas vozes analisadas podem ser compreendidas como precursoras das bases valorativas das fontes do Direito pelos olhares femininos, em suas dimensões enunciativas, históricas e sociológicas.
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Este livro é fruto de uma longa trajetória de pesquisas acadêmicas nas áreas de Linguística, Direito e Literatura que resultou na escrita da tese doutoral, premiada no Brasil e no exterior, sobre as narrativas de vida de Antígona (Sófocles) (442 a.C.), Sor Juana Inés de la Cruz (1648-1695) e Olympe de Gouges (1748-1793). Nessa obra, foram analisadas vozes enunciadoras que marcaram as origens do Direito, em sua complexidade que envolve as noções dos Direitos Humanos. O corpus é composto por epístolas, declarações, diálogos e cenas enunciativas das vozes supracitadas. Os referenciais teóricos concentram-se, especialmente, nas abordagens da pesquisadora Ida Lucia Machado sobre narrativas de vida, na Teoria Semiolinguística desenvolvida por Patrick Charaudeau, na Teoria da Ação Comunicativa, conforme propõe Jürgen Habermas, em conceitos que tocam as noções de ethos panfletário, discutidos por Ruth Amossy, e na dimensão do hiperenunciador, como indica Dominique Maingueneau. Para a revisão de literatura das fontes do Direito, a pesquisa buscou traçar um mapeamento do tema, conforme delineado pelas Ciências Jurídicas. Essa cartografia das fontes propiciou uma reflexão inicial acerca das noções de tradição, descontinuidade e ruptura. Como resultado da pesquisa, foi discutido em que medida essas vozes analisadas podem ser compreendidas como precursoras das bases valorativas das fontes do Direito pelos olhares femininos, em suas dimensões enunciativas, históricas e sociológicas.
Publicatiedatum
04-04-2022

Editora Dialética